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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Registro do Plantel Um Degrau Para a Melhoria

Arquivo editado em 06/04/2002
Revista Pássaro – Portugal
Revista Pássaros – Ano 6 – Nro 29
 
Qualquer bom criador, ou pelo menos dedicado, tem objetivos e sonhos, que passam por ter um bom aviário, bom plantel e o mais importante que este seja saudável e produtor de bons resultados. 

Para que estes objetivos sejam atingidos, são necessários vários requisitos: dedicar muitas horas do seu tempo ao viveiro, investir algum dinheiro (em equipamentos, alimentos, vitaminas, mão-de-obra, ou em novas aves), muita dedicação, muita paixão, não olhar para o lado comercial, etc. 

Mas muitas vezes seguindo estes requisitos e outros, observamos mesmo assim o insucesso. 

Muitos criadores, ao colher os insucessos, contabilizam os prejuízos, e seguem ainda ano após ano, essa atividade inglória.
Quando são questionados, o argumento é de que a avicultura desportiva é mesmo assim, mais sujeita ao insucesso que a vitórias. Outros acabam mesmo por abandonar a atividade desiludidos e frustrados, culpando a sua má sorte ao “mau olhado do vizinho”, pois muitas vezes sentem-se enganados, pela sua pouca experiência não ser acompanhada da melhor forma pelos amigos. 

Será que estes insucessos não passarão simplesmente por uma organização mais cuidadosa de seu plantel? 

Penso que sim, pois se dedicamos muito do nosso tempo, se gastamos muito dinheiro, se temos boas aves e não lhes faltamos com nada; falta qualquer coisa que pode ser apenas, a simples organização escrita do plantel, ou seja os registros de tudo o que se passa durante todo o ano. Aí de certeza vamos encontrar as explicações para o insucesso ou comprovar o sucesso. 

Os registros são importantíssimos, com eles saberemos ao pormenor as despesas, os rendimentos, as linhagens etc. 

Muitas vezes, as aves deixam a postura, os ovos não eclodem, os filhotes morrem em idades diferentes e por motivos diferentes, não sabemos quem é filho de quem, que produtos usamos neste ou naquele pássaro etc. 

Ficamos perdidos, tentamos várias soluções, sem encontrar a melhor, resolvemos mudar tudo ou mesmo trocar os progenitores. Nessa hora esquecemos os bons casais que temos e o quanto custaram a conseguir. Se houvesse registros confiáveis, com uma análise cuidada e racional poderia-se chegar a possível ou possíveis causas do insucesso ou problemas surgidos. 

Mesmo assim encontramos muitos criadores que dizem ter casais a produzir 4/5 filhotes por ninhada. Mas se lhe perguntamos, qual a média de filhotes anual por casal ou do plantel, eles simplesmente não sabem ou atiram com qualquer número. 

É possível que até tenham no plantel casais velhos ou doentes ou mesmo sofrendo de infertilidade, que há muito não põe um ovo sequer, e se põem não eclodem. E quantos casais existirão que produzem um ou dois filhotes por ninhada? 

O que obtém o criador com um plantel assim? 

-Financeiramente: prejuízo
-Emocionalmente: frustração
-Em relação aos outros criadores: sentimento de inferioridade, e atrasos devido ao sucesso dos companheiros.
Muitas vezes questionam-se: “porque é ele que consegue e eu não?”
 
 OS REGISTROS
 
Falamos então dos registros, eles que são elemento fundamental para o sucesso nas criações, sendo feitos de maneira precisa. São eles que ajudam o criador a ter o registro correto da trilogia da saúde que levará ao sucesso: alimentação, patrimônio genético e todos os aspectos do ambiente que circundam os casais e filhotes. Sem anotações não se pode fundamentar qualquer decisão séria e racional. 

Serão eles também que nos vão dar o registro preciso das descendências e linhagens. Os rendimentos por casal e do plantel. Em resumo, com os registros, teremos tudo gravado do que se passou durante a época. 
 
AS DIFICULDADES.
 
 Por incrível que pareça, fazer o registro dum plantel, é uma atividade muito difícil e ignorada pelos criadores, tendo as seguintes razões ou causas básicas inter-relacionadas entre si: 

-preguiça: descrédito (interrogando-se, se será mesmo uma atividade recompensadora)
-falta de material ou lugar para as anotações
-desconhecimento (para muitos a mais previsível) 

Assim acontecendo, uma coisa reforça a outra, tornando o criador incapaz passando a vida a achar que isso não “paga o trabalho”. Não embarca nessa onda do progresso, porque não pode raciocinar sobre dados que não tem. Não pensa de maneira cientifica. 

Aqueles que convencidos da importância do processo, dominam a preguiça, ultrapassam as barreiras, e passam a ter meio caminho andado para a eficiência na criação, e os resultados vão ser o testemunho do sucesso e a recompensa do esforço.
 
 ONDE E O QUE REGISTRAR
 
 Podemos utilizar apenas umas folhas de papel ou um simples caderno: hoje já existem programas informáticos para o efeito, aqui temos a melhor solução, mas não ao alcance de todos.  O melhor caminho é optar por um dos processos, mais simples de registrar e consultar. 

O que devemos registrar? Essencialmente deve-se anotar os registros básicos numa criação, estes em traços gerais são: o casal, os filhotes, linhagens, esquemas de cruzamento, manejo sanitário, despesas com alimentação, equipamentos e outras, e pequenas notas de situações pontuais verificadas. Cada criador elabora aquela ficha que mais lhe interessa, pois vários modelos existem. 

Devem ser feitas todas as anotações no momento que ocorrem: a postura, os nascimentos, mortes (a causa provável), a troca de ovos e filhotes de pais, tratamentos individuais etc. Outros semanalmente ou mensalmente como aquisição de alimento ou equipamento, tratamentos coletivos, medida e cor dos ovos etc. 
 
CONSULTA E TRABALHO COM OS REGISTROS 
 
Em períodos que podem ser semanal, mensal, semestral ou mesmo anualmente, o criador pode fazer consultas com levantamentos de dados obtendo o balanço da situação.


Por essa altura alguns dados interessam sobremaneira:


-qual o número de filhotes desmamados?
-qual o número de filhotes nascidos?
-embriões mortos?
-número de ovos sem eclodir?
-qual a média de filhotes por casal?
-qual o número de casais sem produzir e quais?
-qual o consumo de alimento por ave?
-qual o custo de manutenção por casal?
-o custo por cada filhote?
-os resultados dos tratamentos?


Todos estes dados obtidos irão facilitar as análises que identificarão tendências, surpreenderão fatos até mesmo antes de acontecerem e teremos a satisfação do sucesso. Mas como importância maior, temos o aparecimento de respostas concretas para aquelas questões mais simples:


-a criação de aves está a correr bem ou não?
-a criação teve bons resultados ou maus?
-que modificações há a fazer?
-o que tem que ser melhorado?


Isto em linhas gerais é o que nos permite estabelecer os níveis mínimos de qualidade e produtividade que desejamos atingir na criação. Sem isto, ficamos a brincar ao “faz de conta”, a tendência de muitos que deve ser abolida para dar lugar ao criador moderno que tenha um crescente de qualidade no seu plantel ganhando competitividade no cenário ornitófilo nacional e mundial.


Espero com estas modestas linhas, ter pelo menos alertado os menos atentos e os mais preguiçosos, para a importância deste tema, fazendo com que se elevem os números de quantidade, qualidade e competitividade da ornitofilia portuguesa.
A todos um bom ano de criações que agora começa e para aqueles que vão participar no nosso mundial (que todos esperamos ser um sucesso, eu pelo menos tenho a certeza e sei que vai ser um orgulho para todos nós Portugueses), a maior sorte do mundo e que atinjam os objetivos pretendidos.


Até lá.
Um grande abraço e sempre ao dispor.
Fonte: http://www.criadourokakapo.com/index.php?secao=artigocor000041

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

POR QUE NÃO TEMOS PEDEGREE?

Como todos sabem, PEDEGREE é a certidão de nascimento dos animais, que por sinal é mais completa que a humana, pois, além de fornecer informações como sexo, data, local de nascimento, pais, dentre outras, ainda fornece títulos conquistados pelos pais, como é o caso dos PEDEGREES dos cães.Todos os animais domesticados pelo homem, como cães, gatos, equinos, bovinos, caprinos, ovinos, etc., têm seus PEDEGREES. Por que nossas aves não têm? Eu, particularmente, já adoto o PEDEGREE na minha criação. Todos os canários vendidos por mim são acompanhados do seu devido PEDEGREE, com dados que acho importante para o seu novo criador, como sexo, data de nascimento, identificação e títulos dos pais, nomenclatura e foto oficial da FOB (Federação Ornitológica do Brasil) da ave vendida. Destarte, acho que este PEDEGREE não deveria ser uma iniciativa isolada de um criador, e sim, um documento oficial de nossa SOA (Sociedade Ornitológica de Alagoas), a qual seria pioneira no Brasil com a adoção do PEDEGREE. Talvez, vocês estejam se perguntando para que adotar o PEDEGREE se já existe a anilha. Acontece que as anilhas só fornecem dados sobre quem é o criador, o clube ao qual ele pertence, o número de ordem e o ano de nascimento. Vejo, portanto, que é incompleto, pois, informações como sexo, data de nascimento, identificação e títulos dos pais, nomenclatura e foto, não são fornecidas pela anilha, e acho que estes dados são de grande utilidade para os compradores, que vão ter informações exatas de suas aves, fornecidos pelo criador e confeccionados pela SOA. Portanto, vão deixar de ser um simples pássaro (espécies: canários, periquitos, agapornis, etc.), para serem verdadeiras aves de raça, comprovada pelo referido PEDEGREE. Lembrem-se: Criar certo é preservar a espécie.

Henrique Fortes Gonçalves, sócio SOA Nº 22.

Fonte: http://www.soa.br22.com/forum/viewtopic.php?f=17&t=83

domingo, 10 de outubro de 2010

IVOMEC Mocinho, Vilão ou outra vítima de mau uso ?

Rodrigo Silva Miguel – é médico veterinário e criador de aves ornamentais – CCCC - 293

I – Introdução

O uso do Ivomec na criação de aves ornamentais começou como o de outros mecidamentos, como antibióticos, antiinflamatórios, etc.: com adaptações de fármacos produzidos para mamíferos como cães, bovinos e até mesmo humanos, ou da avicultura de produção, onde considerando-se os pesos das aves, as doses são altíssimas.

A rigor esta atitude não é condenável pelo fato que naquela época e até mesmo hoje haver uma carência de medicamentos específicos para passereiformes. Essa prática pode e até deve continuar por facilitar o tratamento de nossas aves, porém, se algumas observações básicas não forem feitas, isso pode levar ao fracasso, o melhor plantel do mundo.

A Ivermectina (Ivomec está no mercado desde 1981 e até hoje é um dos antiparasitários de maior sucesso no tratamento de endoparasitas (nematóides), ectoparasitas (ácaros e piolhos sugadores). Isto se deve por sua ação particular no sistema nervoso (GABA) dos parasitas, o que dificulta o aparecimento de resistências.

Por essa capacidade de ação no sistema nervoso, começou-se a estudar uma possível ação, do fármaco no sistema nervoso dos hospedeiros (aves, bovinos, cães, etc.) detectando-se alguns efeitos colaterais em algumas raças de cães e também em animais que receberam superdosagem. Esses efeitos colaterais variam de incordenação motora e tremores transitórios, perda de fertilidade por algum tempo em mamíferos até mortes em alguns casos.

Devido à carência de estudos a respeito do uso e efeitos colaterais de Ivermectina em aves, decidimos desenvolver um trabalho específico, em conjunto com o departasmento de Farmacologia, Toxicologia e Patologia da USP, patrocinado pelo CNPq. Este trabalho ainda está em andamento sob os estudos da Dra. Camila G. Pontes (formanda da USP), e a cada nova fase, mais subsídios são somados aos resultados demonstrados a seguir:

2 – Objetivos

A intenção de se tratar a ação e os possiveis efeitos colaterais da Ivermectina em aves teve como principais objetivos confirmar a eficácia da dose recomendada no tratamento de endo e ectoparasitas, determinar os efeitos na reprodução (número de ovos, ovos brancos, morte embrionária e viabilidade de filhotes), além de fixar o que seria uma superdosagem prejudicial às aves.

Foram usados 36 casais de Manons (Munia demonstica) em gaiolas separadas onde observou-se por 2 ninhadas os parâmetros reprodutivos acima indicados. Os dados foram anotados e logo após essas duas ninhadas, os casais foram divididos em quatro grupos para a administração da droga.

Grupo 1 – Controle injetado apenas propilenoglicol *(diluente)
Grupo 2 – Machos tratados com Ivomec
Grupo 3 – Fêmeas tratadas com Ivomec
Grupo 4 – Casal tratado com Ivomec

A aplicação foi feita na dose de 0,01 ml por kg de peso vivo (dose recomendada na literatura) por via intramuscular peitoral. Para conseguir um volume significativo para a aplicação houve necessidade de diluição do Ivomec em propilenoglicol.

Observou-se a reprodução e na análise das ninhadas houve um aumento na produtividade (número de ovos e de filhotes) explicado pela desparasitação das aves.

A partir desta constação começamos a aumentar as doses na ordem de 10 vezes para cada ninhada onde começaram a aparecer alterações reprodutivas com queda do número de ovos e/ou queda de fertilidade (ovos brancos).

Hoje o experimento continua e já está em uma dose bastante elevada sem apresentar sinais clínicos de efeitos nas aves, a não ser, diminuição da reprodução.

3 – Conclusões

1 – Confirmou-se a eficácia do Ivomec no tratamento de endo e ectoparasitas das aves ornamentais.

2 – Confirmou-se a dose recomendada e a ausência de efeitos colaterais tanto nas aves quanto na sua reprodução nessas condições.

3 – Confirmou-se o efeito prejudicial se usado em dose errada ou de forma continua.
4 – Em dosagens muito elevadas pode provocar convulsões, tremores, cegueira e até morte.

5 – É o medicamento de maior eficácia para o tratamento de ácaro de traquéia e com os resultados rápidos.

6 – Pela dificuldade de diluição a campo, foram feitas algumas adaptações como colocar uma gota de seringa de insulina na musculatura do peito, ou usar a formulação Pour-On (azul) pingando no bico ou nuca da ave.

7 – Seguindo essas formas de administração, não se consegue atingir doses prejudiciais podendo ser usado com segurança tanto para a ave quanto para a sua reprodução.

8 – O único cuidado deve ser com a época e a freqüência de administração do Ivomec, que deve ser determinada pelo veterinário responsável pelo plantel de acordo com a espécie, época de reprodução e grau de parasitismo.

4 – Considerações Finais

Esses dados foram extraídos de trabalho científico realizado por nós dentro da faculdade de Medicina Veterinária da USP e confirmados na prática em nossa criação situada no município de Batatais, São Paulo, onde tratamos diferenciadamente 3000 matrizes de 28 espécies de aves.

Extraído da Revista do Clube de Criadores de Canários de Campinas – edição de 1.999

Fonte: http://www.curioonline.com.br/userfiles/file/ivomec.pdf

A POLIGAMIA NA CRIAÇÃO DE CANÁRIOS


Marcio Fernandes Juiz OBJO - Revista Brasil Ornitológica N.º 35

    A prática da poligamia na criação de canários vem de longa data, sendo raro encontrar hoje um criador que não a tenha praticado.
 
    Como a grande maioria das técnicas de manejo, ela apresenta vantagens e desvantagens.
 
           VANTAGENS: QUALIDADE - PADRONIZAÇÃO - LINHAGEM
 
     Como principal vantagem podemos citar a melhoria na qualidade da prole.
 
 É simples de explicar: se vamos fazer cinco casais de uma cor, vamos precisar de 5 fêmeas daquela cor. Mas não precisamos necessariamente usar 5 machos. Podemos classificá-los e usar apenas 2 ou 3 melhores, o que caracteriza a poligamia. 

Procedendo dessa forma vamos aumentar a chance de obter melhores filhotes. 

Também obteremos maior pradonização da prole. A tendência é a de filhotes mais homogêneos, melhorando significamente a possibilidade de formação de quartetos para os concursos.
 
                DESVANTAGENS: EXCESSIVA MANIPULAÇÃO
 
    Como principal desvantagem, temos o aumento da manipulação dos pássaros durante a criação. Será necessário circular o macho entre as gaiolas das fêmeas durante o período de reprodução, e uma atenção maior para que casos de infertilidade do macho sejam detectados o mais rapidamente possível. Falhas na movimentação dos machos poderão ocasionar uma maior percentagem de ovos não fertilizados.
 
             MANIPULAÇÃO: BIGAMIA - TRIGAMIA - POLIGAMIA
 
  A maior manipulação resulta da necessidade de trocar diariamente ( uma ou mais vezes ) o macho de gaiola. Em casos de poligamia, há necessidade de maior conhecimento por parte do criador para detectar quais as fêmeas estão no cio, acasalando-as somente neste período. Tão logo se complete a postura, pode-se retirar o macho, que se ocupará de outra fêmea.
 
  É evidente que há acréscimo no trabalho de manipulação, e maior necessidade de presença do tratador no criadouro, principalmente quanto este processo é adotado com gaiolas criadeiras convencionais.
 
              EQUIPAMENTO : GAIOLAS TRIPLEX / POLIGAMIA
 
   No caso da adoção das gaiolas triplex, próprias para o manejo de poligamia, a manipulação se simplifica consideravelmente, garantindo o sucesso do processo.
 
  As gaiolas triplex nada mais são do que gaiolas maiores que as criadeira comuns, com três compartimentos internos, onde são acomodados duas ou mais fêmeas e um macho.
 
 Coloca-se à disposição dois ou mais ninhos, sempre nas extremidades das gaiolas, e as fêmeas e o macho são soltos dentro da gaiola, sem as divisórias. O macho fica disponível para a gala das duas ou mais fêmeas todo o tempo. Na grande maioria das vezes, uma fêmea vai escolher um ninho e inicia a postura antes das outras e, tão
longe termine, é separada no seu compartimento. No espaço remanescente ficam o macho com as outras fêmeas. Completada a postura da fêmea seguinte, o macho pode permanecer separado no compartimento central ou até liberado para outro acasalamento.
 
  Quando os filhotes atingem a idade própria, serão separados no compartimento do meio, recolocando-se o macho para o reinicio do processo de gala da Segunda postura.
 
 Com os filhotes das fêmeas separadas no meio, teremos duas fêmeas a alimentá-los ao invés de uma só, o que é uma vantagem adicional do processo.
 
                CONCLUSÃO: AS VANTAGENS COMPENSAM !
 
As gaiolas triplex proporcionam maior segurança e conforto no manejo dos processos de poligamia, reduzindo a manipulação excessiva dos machos, principal desvantagem  da técnica. A utilização das gaiolas triplex reduz a quantidade de ovos brancos na reprodução pela diminuição no manuseio dos machos. Reduz significamente o stress    que esta movimentação causa as aves.
 
 O resultado é o acréscimo da produtividade, aumentando-se a média de filhotes por  casal, com todas as vantagens de acréscimo de qualidade, padronização e fixação de linhagens. As dimensões das gaiolas triplex também favorecem a melhor utilização dos espaços disponíveis, permitindo mais casais por metro quadrado de área disponível no canaril.


Retirado do site: criadouro kakapo